Black Hawk
O Sikorsky UH-60 Black Hawk, designado pelo fabricante como S-70, é um helicóptero médio bimotor de transporte utilitário e assalto. O modelo foi o vencedor de uma competição do Exército dos Estados Unidos da América no final da década de 1970 para a substituição da família UH-1 Huey. Sua variante naval desenvolvida para a US Navy é o Sea Hawk. O fato de ser considerado o melhor em sua categoria tem influenciado suas vendas para as forças armadas de dezenas de países, inclusive o Brasil. Sendo que, sua implementação e emprego têm permitido o emprego de novas estratégias e táticas de combate.
No Brasil
O Exército Brasileiro adquiriu quatro aeronaves em 1997 para operar na MOMEP (Missão de Observação Militar Equador-Peru) pelas características da região do conflito (grande altitude e sem infraestrutura aeroportuária).
Atualmente, estes helicópteros estão integrados a 4º Batalhão de Aviação do Exército na cidade de Manaus.
Em 2006, adquiriu 6 helicópteros dos estoques dos Estados Unidos. Os UH-60L foram adquiridos pela FAB objetivando atender, especificamente, a missão de Combate SAR na região amazônica, sendo distribuídos no Esquadrão Hárpia 7º/8º GAV e o Pantera 5º/8º. Em 2009 a FAB teria feito o pedido de mais 15 unidades do UH-60L ao Congresso Americano.
A Marinha do Brasil, com a finalidade de substituir as aeronaves SH-3 Sea King existentes no 1º Esquadrão de Helicópteros Anti-Submarino, pretende adquirir uma variante naval do UH-60, já usada no Exército e na FAB, para emprego ASW. Convém ressaltar que esta variante não tem relação com o Sea Hawk, devido a este ser mais complexo e com mais recursos de navegação e comunicação, o que torna o modelo utilizado pelos EUA bastante oneroso.
Essa máquina de guerra ganhou fama com os leigos após o longa Black Hawk Down, (Falcão Negro em Perigo), que conta a historia de outubro de 1993, durante a guerra civil da Somália, soldados americanos participaram da Batalha de Mogadíscio. Uma força de elite estadunidense foi enviada ao local para capturar generais que obedeciam ao líder Mohammed Farah Aidid. Porém, dois helicópteros UH-60 Black Hawk foram derrubados e a operação, que deveria levar em torno de meia hora, tornou-se uma batalha de 15 horas, terminando com 19 soldados estadunidenses mortos e 73 feridos, além de 1.000 somalianos mortos.

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